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Terminou dia 29 de outubro a primeira competição internacional de parabadminton em solo americano. Saiba mais sobre a matéria anterior postada aqui no blog. LINK AQUI

Se por um lado, o USA Internacional de Parabadminton foi um sucesso quanto ao altíssimo nível  dos confrontos com a participação dos melhores do mundo, quase que um torneio com os top10 do ranking mundial,  a altitude (1800 mts acima no nível do mar), a secura do ar e o frio foram os pontos negativos  sendo um adversário a mais alémvda competição levando alguns paratletas a reclamarem em suas redes sociais das dificuldades e outros chegaram a sentir bastante os efeitos fisiológicos desta junção de situações.
Apesar da altura do teto não ser a ideal e a velocidade da peteca ser muito rápida, o evento não foi comprometido pela estrutura física do ginásio ficando os aspectos apresentados anteriormente como negativos.

Os Sul Coreanos mostraram que estão jogando em alto nível e chegarão no mundial em casa  com força total. Os japoneses que estão pensando a médio prazo (o olhar está nos jogos Paralímpicos que serão realizados em Tóquio em 2020) também fizeram bonito e com um ouro a menos que a Coréia do Sul terminaram em segundo no quadro geral de medalhas. Malásia em terceiro seguido de Peru completam os 4 melhores países do torneio.

Quando levamos em consideração a quantidade de medalhas independente de qual cor, seja Japão ultrapassa a Coréia do Sul e a novidade fica por conta dos Americanos que pularam para a terceira posição.

Se analisarmos por classes, os Sul coreanos dominaram as classes Wheelchair's, os japoneses as classes standing's e os peruanos com dois ouros a classe dos baixas estaturas (ss6).



O destaque da competição foi o Sul Coreano Jung Jun Kim que foi o único paratleta a conseguir ouro nas simples, duplas e mistas.
Foto:BWF


Outros destaques foram:

1 - Carmen Giuliana Poveda Flores, Peru, classe SS6, ouro na simples e nas mistas. Obs. Carmen também ganhou oura nas duplas, porém como foi realizada como exibição, a medalha não foi contabilizada.

2 - Jung Kum Kang, Coréia do Sul, classe WH1, ouro nas simples e nas mistas.

3 - Liek Hou Chear, Malásia, classe SU5, ouro nas simples e nas duplas

4- Yama Yamazaki, Japão, classe WH2, ouro nas simples e nas duplas.



O brasileiro Eduardo Oliveira da classe SU5, único do pais na competição, fez parte dos paratletas que sentiram as condições climáticas da cidade, Eduardo teve que abandonar a competição após ter desmaiado durante uma partida  em que perdeu o primeiro game para o paratleta do Japão Tetsuo Ura por 21-14.

Outro paratleta que não conseguiu chegar entre os 4 melhores da competição foi o guatemalteco Raul Anguiano, 9º do mundo, que se classificou em segundo do seu grupo ficando atrás do alemão Tim Haller (15º), porém em jogo bem disputado nas quartas-de-finais (14-21/21-16/21-18)vcontra o indiano Anand Kumar Borewgoda que é o 16º do ranking internacional .



Obs: As fotos a seguir foram uma cortesia de Eduardo Oliveira.

RESULTADOS



WH1 MAS
1º Dong Seop Lee - KOR
2º Sam Seop Lee - KOR
3º David Toup  - FRA / Osamu Nagashima - JAP

WH1 FEM
1ª Jung Kum Kang - KOR
2ª Ok Cha Son
3ª Ikumi Fuke - JAP / Midori Shimada - JAP

WH2 MAS
1º Jungjun Kim - KOR
2º Madzlan Saibon - MAL
3º Ho Yuen Chan - HOK / Young Jae Choi - KOR

WH2 FEM
1ª Yuma Yamazaki - JAP
2ª Rie Ogura - JAP
3ª Pillar Jaurequi Cancino - PER / Young Joo Seo - KOR

SL3 MAS
1º Daisuke Fujihara - JAP
2º Dong Jae Joo - KOR
3º Mathieu Thomaz - FRA / Taku Hirou - JAP


SL4 MAS
1º Kyung Hwan Shin - KOR
2º Arnald Kumar Boregowda - IND
3º Lucas Mazur - FRA / Tim Haller - ALE

SU5 MAS
1º Liek Hou Chear - MAL
2º Gen Shogaki - JAP
3º Taiyo Imai - JAP / Gi Yeon Kim - KOR


SU5 FEM
1ª Mamiko Toyoda - JAP
2ª Akiko Sugimo - JAP
3ª Mary Margaret Wilson - ESC/Kameyama Kaede JAP


SL4 FEM
1ª Mary Margaret - ESC
2ª Noriko Ito - JAP
3ª Manasi Girishchandra Joshi - IND

SS6 MAS
1º Chun Yim Wong - HOK
2º Mark Joseph Dharmai - IND
3º Wyatt Lighfoot -CAN/Hector Jesus S. Tunque - PER


SS6 FEM


DUPLAS

WH1-WH2 MAS
1º Jungjun Kim/ Sam Seop Lee - KOR
2º Ho Yuen Chan (HOK) /Osamu Nagashima (JAP)
3º Amir Levi (ISR)/ David Troupe (FRA)
     Kouhei Kobayashi/ Atsuya Watanabe - JAP


WH1-WH2 FEM
1º Ikumi Fuke/ Yuma Yamazaki - JAP
2ª Etsuko Kobayashi/ Rie Ogura - JAP
3ª Jung Kum Kang/ Sun Ae Lee - KOR

SL3-SL4 MAS
1º Guillaume Gailly/ Mathieu Thomas - FRA
2º Anand Kumar Boregowda (IND)/ Daisuke Fujihara (JAP)
3º Tim Haller (ALE)/ Toshiaki Suenaga (JAP)
      Taku Hiroi/ Kaito Nakamura - JAP


SU5 MAS
1º Liek Hou Chear/ Hairol Fozi Saaba - MAL
2º Taiyo Umai/ Tetsuo Ura - JAP
3º Satyam Janapareddi (IND)/ Rishav Sharma (CAN)
     Gi Yeon Kim/ Kyung Hwan Shin


SS6 MAS
1º Mark Joseph Dharmai (IND)/ Miles Krajewski (USA)
2º Yohei Hatakeyama (JAP)/ Hector Jesus Salva Tunque (PER)
3ºJustin Kendrick/ Wyat Lighfoot - CAN
     Aaron Keith (CAN)/ Dawson Mcclure (USA)


MISTAS


WH1-WH2
1º Jungjun Kim/ Jung Kum Kang - KOR
2º Osamu Nagashima/ Yuma Yamazaki - JAP
3º Dong Seop Lee/ Yeon Sim Kim - KOR
     Madzlan Saibon (MAL)/ Sonja Haesler (SUI)


SL3-SU5
1º Toshiaki Suenaga/ Akiko Sugino
2º Taku Hiroi/ Mamiko Toyoda - JAP
3º Tetsuo Ura/ Yamada - JAP
      Gi Yeon Kim (KOR)/ Noriko Ito (JAP)


SS6
1º Hector Jesus Salva Tunque/ Carmen Giuliana Poveda Flores - PER
2º Miles Krajewski/ Katherine Valli - USA
3º Danh Trang (USA)/ Deidre Nagle (ESC)


As 13;30 horas no horário Brasileiro de Verão terá início o penúltimo torneio internacional do ano: USA INTERNACIONAL DE PARABADMINTON (Obs. Ainda teremos o Campeonato Mundial na Coreia do Sul).

De hoje (26/10) a 29/10, 91 para-atletas de 16 países participarão de um dos mais disputados torneios do ano, em algumas classes quase que a competição acontece entre os TOP10 do ranking mundial.

O Brasil estará representado pelo para-atleta do Rio de janeiro Eduardo oliveira (SU5) que terá  uma difícil tarefa diante dos melhores do mundo.

Nesta competição tínhamos 5 para-atletas inscritos, porém com o tempo as inscrições foram retiradas na medida que os projetos não aconteciam, infelizmente so participaremos com um representante, atrás de adversários da PANAM como o Perú que contará com  5 para-atletas por exemplo.



Foto: Eduardo Oliveira

A competição acontecerá na cidade Colorado Springs, no Centro de Treinamento Olímpico do time Americano.  Japão com 26 e Coréia do Sul com 16 são os países com o maior número de representantes, não deve ser coincidência, visto que serão os locais do próximo campeonato mundial e da próxima paralimpíadas demonstrando uma grande organização destes países, infelizmente não temos esta organização no Brasil, onde a participação brasileira no mundial de parabadminton não fazia nem parte dos planos da CBBd.

Estados Unidos (10), Índia (08), Canadá (07), França (04), Malásia (03), Escócia (03), Hong Kong (02), Guatema (01), Suíça (01), Alemanha (01), Suriname (01) e Israel (01) completam a lista de países participantes.

Somente a simples feminina SL3 e SL4 foram unidas, diferentemente do Internacional do Brasil em que muitas classes foram unidas para serem oficiais prejudicando vários para-atletas, todas as outras classes acontecerão de forma oficial.

Foto Eduardo Oliveira

Eduardo Oliveira entrará
3 vezes em quadra hoje



15;30 contra o Sul-coreano Gi Yeng Kim (13º)
19;30 contra o japonês Tetsuo Ura, 6º do mundo.
21;00 Fazendo duplas com Brian Kliwon (SUR) jogarão contra Satyan Janapareddi (IND) e Rishav Sharma (CAN).




Edu Oliveira atualmente é o 9º do mundo nas simples, 5º nas duplas e 40º nas Mistas. No Ranking brasileiro ele é o 2º nas Simples, 3º nas duplas e 6º nas mistas.

Se com uma delegação com 26 para-atletas no internacional do Peru nós passamos praticamente "invisíveis" (LEIA A MATÉRIA NESTE LINK) imagino o que acontecerá neste torneio,  pois o mesmo atleta passou despercebido pela CBBd quando ele foi o único brasileiro no Internacional da Irlanda (2016) e algo parecido ocorreu com  Marcelo Conceição no mesmo torneio neste ano (Marcelo voltou medalhado neste evento). Estamos há menos de uma hora do início do torneio e nada foi divulgado no site da CBBd sendo que duas postagens foram realizadas no dia de hoje conforme print a seguir:


Essa atitude passa a imagem de abandono ao atleta, além de não ter nenhum apoio efetivo por parte da Cbbd, também não há a visibilidade que uma publicação no site da Cbbd poderia trazer. Da forma que está hoje, é inevitável a reflexão:  vale a pena ou não, enfrentar todas as dificuldades para participar destes torneios? 

Postagens replicadas de acessórias de comunicação são mais valorizadas pela Confederação Brasileira de Badminton do que o reconhecimento de ter um brasileiro em uma competição internacional. Posso afirmar que o mundo inteiro valoriza a nossa participação, menos a nossa (?) Confederação.


Acompanhe os jogos neste link:


SU5 MAS 




11 para-atletas foram divididos em 3 grupos, dos 10 melhores do mundo teremos 4 nesta competição.

Eduardo Oliveira está dividindo o grupo C com Tetsuo Ura (JAP), Gi Yeon Kim (KOR) e Prithiviraj Natarajan (IND); 6º, 13º e sem ranking consequentemente. Edú tem que ficar pelo menos em segundo do grupo para passar de fase.




 WH1 MAS


O brasileiro Marcelo Conceição (12º) se inscreveu porém não conseguiu ir para a competição, imaginem o nível da mesma, nada mais que 6 dos 10 melhores do ranking internacional estão nesta competição.


Apesar de 9 para-atletas inscritos, somente 8 participam, ainda não sabemos o motivo de Hiroshi Murayama (JAP) não jogar as simples. Divididos em dois grupos com 4 para-atletas em cada, o grupo A ficou o mais difícil na minha opinião.



WH2 SM

Com os 3 primeiros do ranking Internacional nesta competição, esta classe promete "pegar fogo", pois teremos 6 dos 10 melhores do mundo. O brasiliense Rômulo Soares também teve a sua inscrição retirada nos "45 minutos do segundo tempo", Rômulo é atualmente o 6º do mundo.

Apesar de 10 inscritos, somente 8 participarão. Foram divididos em dois grupos com 4 em cada, os dois melhores de cada grupo passam para a semifinais.  O grupo A é o mais equilibrado.
Ainda não sabemos o motivo que levaram os para-atletas  Kyung Hoon (KOR), Sanjeev Kumar (IND) não participarem da competição.

SL3 SM

Com a desistência dos para-atletas Pedro Pablo de Vinatea (PER), Toshiaki Suenaga (JAP) e Manabu Umeda (JAP), somente 6 para-atletas participaram do torneio.

A final deve ficar mesmo entre o japonês Daisuke Fujihara e o francês Mathieu Thomas. Cada um ficou como cabeça de chave de seus respectivos grupos.

Bastar vencer um jogo para chegar nas semifinais.

O melhor brasileiro no ranking internacional é Leonardo Zuffo na 18ª posição.

SL4 SM




11 par-atletas foram divididos em 3 grupos. O líder do ranking internacional Lucas Mazur (FRA) chega com grande favoritismo, Raul Anguiano tem a missão de não deixar que o francês volte para casa com o primeiro lugar.

O jovem Rogério Oliveira é o melhor brasileiro ranqueado no ranking internacional, atualmente ele é o 8º do mundo.

SS6 SM





É a classe com a maior quantidade de para-atletas, 14 no total. Foi formado 4 grupos. O para-atleta curitibano Vitor Tavares é o melhor brasileiro (9º) no ranking internacional. Os brasileiros correm o risco de perderem sua posição no ranking dependendo dos resultados deste torneio.

FEMININO

WH1 SF


10 para-atletas de 5 países, divididas em 3 grupos vão deixar a competição bem acirrada. São 4 meninas entre as 10 melhores do mundo. O grupo C será o mais disputado.

Daniele Souza (DF) é a melhor brasileira no ranking internacional, 15ª .

WH2 SF

8 para-atletas foram divididas em dois grupo com 4 para-atletas em cada. Das 8 participantes 5 estão entre as 10 melhores do ranking. 

A peruna Pilar Cancino é a cabeça de chave número 1 da classe. A melhor brasileira no ranking é sergipana Maria Gilda dos Santos (17ª).

SL3 + SL4 + SU5 SF

Infelizmente como aconteceu no internacional do Brasil as classes foram juntadas, infelizmente isso é extremamente prejudicial à classe SL3.

7 para-atletas divididas em dois grupos, um com 3 e outro com 4. 



Temos as melhores do mundo em suas  devidas classes, mas na teoria as para-atletas SU5 levarão vantagem sobre as demais.

SS6 SF

A classe tem 4 para-atletas que disputaram em um único grupo, a peruana Carmen Poveda Flores é a favorita para voltar com a medalha de ouro para casa.

O PARABADMINTON BRASILEIRO JÁ CONHECE O CALENDÁRIO INTERNACIONAL DE 2018 MAS NÃO SABE ONDE SERÁ O CAMPEONATO BRASILEIRO DESTE ANO!

Fonte: Google Images


A Bwf divulgou o calendário internacional de Parabadminton de 2018 no dia 28 de Setembro de 2017, seis  meses antes do primeiro torneio que será na Espanha em março do próximo ano mostrando mais uma vez a sua eficiência e organização. Iremos repercutir em breve o calendário internacional

Em contrapartida a CBBd não consegue fechar um local e nem uma data para a realização do 3º Campeonato Brasileiro de Parabadminton que esta em aberto desde de julho deste ano.

A grande ironia é que a CBBd está tentando o ISO 9001 de gestão, duvida? leia aqui: LINK .

O 3º campeonato Brasileiro de Parabadminton e o de Badminton estavam indicados para acontecerem na linda capital paraibana, João Pessoa.  Inicialmente aconteceria entre os dias 17 e 19 de novembro.


No dia 04 de julho foi publicado no site da CBBd a informação oficial da suspensão do 3º CAMPEONATO BRASILEIRO DE BADMINTON, neste informativo é apresentado uma data para uma posição final (em 15 de agosto), nota-se que não houve uma informação oficial sobre o 3º CAMPEONATO BRASILEIRO DE PARABADMINTON, só confirmando a invisibilidade do parabadminton para a Confederação Brasileira de Badminton.

Mesmo a publicação apontando a data de 15 de agosto como limite para a uma posição oficial, a data preestabelecida (pasmem!) também não foi cumprida, com um atraso de 20 dias, uma publicação foi realizada no dia 05/09/2017 (LINK AQUI) apresentando Fortaleza-Ce como a sede do 3º CAMPEONATO BRASILEIRO DE BADMINTON  que acontecerá entre os dias 23 e 26 de novembros.

Foto:CBBd

No dia 28 de Setembro foi divulgada a Carta convite do 3º Campeonato Brasileiro de Badminton (LINK AQUI) conforme foto apresentada anteriormente.

Para que o leitor não se perca com as informações, vamos recapitular:

            Dez/2016. A CBBd apresenta o seu calendário de competições para o ano de 2017. O 3º Campeonato Brasileiro de Badminton está marcado para ser realizado em João Pessoa-Pb.
                04/Jul/2017 A CBBd comunica a suspensão do 3º Campeonato Brasileiro de Badminton.
                15/Ago/2017. É a data prometida pela CBBd em apresentar um posicionamento oficial sobre a suspensão da competição. (Não cumpriu).
           05/Set/2017. A CBBd comunica que o 3º Campeonato Brasileiro de Badminton será transferido de João Pessoa-Pb para a capital cearense.
              28/Set/2017. A CBBd publica a carta convite do 3º Campeonato Brasileiro de Badminton com todas as informações da competição.


E O 3º CAMPEONATO BRASILEIRO DE PARABADMINTON?

Até a presente data (20/10/2017) nada, nenhuma informação oficial.

Durante o Brasil Internacional foi realizado uma reunião e o local apresentado pelo coordenador do parabadminton , Artur Nogueira,  que também seria em Fortaleza, porém em um grupo de WhatsApp em menos de uma semana após a reunião a informação foi negada pelo mesmo coordenador.

Desde então, uma enorme ansiedade vem sobre a comunidade do parabadminton para a definição de data e local, visto que as passagens só estão aumentando e este torneio especificamente é o que será indicado para a obtenção da bolsa atleta, o que poderá ser um fracasso por causa desta indefinição da CBBd.

A experiência do Brasil Internacional não serviu para que a CBBd mudasse a sua postura para com o Parabadminton Brasileiro.

Um representante dos para-atletas chegou a se reunir pessoalmente com o presidente Francisco Ferraz na sede da confederação no Rio de Janeiro, promessas de soluções foram feitas mas pelo visto não adiantou nada.

Foi sugerido que a competição acontecesse no Rio de Janeiro, após ou simultaneamente  com Campeonato Sul americano que acontecerá nesta mesma cidade. Há informações de que a FEBASP também ofereceu para organizar o 3º CAMPEONATO BRASILEIRO DE PARABADMINTON, mas também não teve respostas.

A postura de "silêncio" da CBBd só transmite uma ideia de descaso e desrespeito com a comunidade do Parabadminton do Brasil, as questões são apresentadas e geralmente são ignoradas.

Uma curiosidade é que nos anos anteriores existia um edital para que as federações se candidatassem para sediarem uma competição e neste ano a CBBd decidiu sozinha todas as sedes dos torneios, o que acabou sendo um fracasso essa organização inicial, pois, até mesmo as datas e locais das etapas do badminton também foram alteradas e a Copa Centro-Oeste nem aconteceu.


E as outras etapas?

No dia 26/12/2016 publicamos aqui no site o calendário do parabadminton de 2017 com bases nas informações da BWF e da CBBd, de todas as datas apresentadas pela BWF 100% foram realizadas dentro do planejamento e somente o internacional dos Estados Unidos teve o local modificado com antecedência tanto que a competição contará com mais de 100 para-atletas, já a Confederação Brasileira teve somente a primeira etapa realizada dentro do planejado: a etapa de São Paulo.

o Calendário inicial apresentado foi esse:

 
















as etapas alteradas estão marcadas de vermelho.




A 2ª Etapa aconteceu em Teresina-Pi como planejado, porém com a data alterada para o dia 07/07 a 09/07 e não  de 23 a 25 de junho conforme apresentado pela CBBd. Mesmo sobre os protestos e preocupações devido ao ginásio inadequado indicado anteriormente a CBBd decidiu manter a competição mas diante dos sérios problemas ocorridos na Etapa do Badminton ela trocou de local ocasionando em gasto extra que não fazia parte dos planos iniciais. A competição foi alterada 3 dias antes do seu inicio.



Veja no Link a seguir:
http://g1.globo.com/pi/piaui/bom-dia-piaui/videos/v/federacao-muda-local-do-campeonato-nacional-de-parabadminton-em-teresina/5986026/


A Terceira etapa que estava marcada para Curitiba-Pr juntamente com o Internacional do Brasil foi transferida para Foz do Iguaçu e depois sofreu nova alteração para São Paulo capital e também teve a data alterada.

O Internacional do Brasil que foi "inteligentemente" pensado para ser realizado em Curitiba simultaneamente com uma etapa nacional (ideia de gênio né?) foi alterada para Teresina e depois para São Paulo, levando muitos para-atletas estrangeiros a desistirem de viajarem para o Brasil devido a indicação anterior de ser na capital piauiense.  A data também foi alterada e tivemos a vergonhosa segunda menor quantidade de inscritos do ano, perdendo somente para o Internacional da Uganda. Pagamos um preço caro, visto que tivemos que juntar várias classes, mulheres tiveram que competir com os homens e pouquíssimas classes poderão pleitear bolsa atleta por não terem 5 países.



Diante dos fatos, tirem as suas conclusões.
Merece ou não o ISO 9001?